
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Iron Maiden
1983, 1984. Numa tarde na casa do meu amigo Luiz Inácio, que foi mais cedo subir as escadas para o céu, ele me mostrou um disco de uma banda nova q/ ele tinha acabado de comprar. O disco era o “The number of the beast” do Iron Maiden. Achei do caralho. E em pouco tempo tempo comprei um outro disco da banda, o primeiro LP deles na verdade. Naquele tempo, pré-Rock in Rio, a política das gravadoras era lançar o terceiro disco da banda por aqui e se esse disco vendesse legal, eles lançavam os dois anteriores. Foi assim com o Iron Maiden. E eu acabei comprando os lps na ordem certa: primeiro o primeiro, depois o segundo e só depois comprei o terceiro, o Number of the beast, que tinha sido o primeiro disco q/ eu tinha ouvido.
Depois disso, comprei todos os LPs até “Fear of the Dark”. Então já estava ouvindo mais outras coisas e o Iron, até mesmo pela saída do vocalista Bruce Dickinson, me parecia indo pro fundo do poço.
Vários anos depois, minha irmã, voltando de uma viagem, me trouxe um DVD do início da banda e pirei. Tinha vários anos que eu já não ouvia um disco deles e fiquei de cara. Como eles eram bons. O resultado é que comprei em pouco tempo todos os cds e DVDs deles. Fiquei admirado em perceber como o som que eu ouvia quando moleque ainda era relevante. Como as minhas raízes musicais eram interessantes.
Algum tempo depois, pesquisei e voltei a escutar coisas que também faziam partes dessas minhas raízes musicais e, cara, todas elas ainda valem a pena ser escutadas hoje: Rolling Stones, Led Zeppelin, Yes, Jorge Benjor, Tim Maia, Gilberto Gil, Journey, Rush e Black Sabbath.
Depois disso, comprei todos os LPs até “Fear of the Dark”. Então já estava ouvindo mais outras coisas e o Iron, até mesmo pela saída do vocalista Bruce Dickinson, me parecia indo pro fundo do poço.
Vários anos depois, minha irmã, voltando de uma viagem, me trouxe um DVD do início da banda e pirei. Tinha vários anos que eu já não ouvia um disco deles e fiquei de cara. Como eles eram bons. O resultado é que comprei em pouco tempo todos os cds e DVDs deles. Fiquei admirado em perceber como o som que eu ouvia quando moleque ainda era relevante. Como as minhas raízes musicais eram interessantes.
Algum tempo depois, pesquisei e voltei a escutar coisas que também faziam partes dessas minhas raízes musicais e, cara, todas elas ainda valem a pena ser escutadas hoje: Rolling Stones, Led Zeppelin, Yes, Jorge Benjor, Tim Maia, Gilberto Gil, Journey, Rush e Black Sabbath.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Homo Arrogantis

No princípio, o homem criou Deus à sua imagem e semelhança.
E viu que era bom!
Aliás, viu que era mais que bom.
Como Bombril, tinha mil e uma utilidades: servia para justificar fortunas ganhas, territórios conquistados; servia como objeto de temor para se respeitar regras arbitrárias e mais do que tudo, era perfeito para ratificar a superioridade do homem sobre todos os outros animais e sobre o planeta como um todo.
O próprio homem pôs na boca de Deus estas palavras: "E Deus os abençoou (Adão e Eva), e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra".
Antes disso, a equipe criativa do homem (a Igreja) para esses assuntos escreveu na sua obra-prima, a Bíblia, assim: "E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas".
Ou seja, o sol, a lua e as estrelas não passam de lâmpadas no céu para iluminar o homem na sua casa, a Terra.
Ainda hoje, apesar de todas as descobertas científicas, muita gente acredita nisso.
Mesmo que se ensine nas escolas que o próprio sol é apenas mais um dos bilhões de estrelas que existem no universo, e que girando em volta de cada uma dessas estrelas existem incontáveis planetas, mais ou menos parecidos com o nosso, o que faz com que a probabilidade de existir vida extraterrestre seja absurdamente gigantesca, ainda acreditamos que somos os únicos seres inteligentes do universo e únicos filhos de Deus, porque, afinal fomos criados à sua imagem e semelhança, ou vice-versa.
E assim como legítimos donos da Terra, vamos levando a vida obedecendo com excelência à palavra de Deus: frutificando, multiplicando, enchendo o planeta e o dominando.
O problema é que o arrogante homem esqueceu que por mais cidades e construções ele faça, por mais que ele se pense como uma entidade autônoma e independente do universo que, afinal, só existe como cenário e fundo de pano para ele atuar, ele sempre vai estar sujeito às leis da natureza.
Estas, sim, regem supremas.
Esse multiplicar e encher a Terra sem limites ao longo dos séculos esbarra na saturação dos recursos do planeta e em todo o desequilibrio ambiental que tanto tem se falado ultimamente. Não existe mais pra onde se crescer.
Na verdade, o ponto de saturação já foi ultrapassado há muito tempo.
O planeta não é do homem.
Ele é apenas mais uma espécie viva que o habita.
E deveria existir em harmonia com os outros animais e a natureza.
Não é o caso de se pregar que todo mundo volte a viver na floresta, claro que não é isso.
Mas um pensamento menos arrogante e mais lúcido nortearia cada ação do nosso dia a dia.
Os ambientalistas se esforçam para conscientizar a população a mudar alguns hábitos como reciclar lixo e coisas do tipo, mas isso é pouco.
Políticas macro que envolvam redução do crescimento econômico, criação de grandes áreas internacionais de preservação ambiental e forte controle da natalidade devem ser estudadas e implementadas.
É fundamental uma mudança de pensamento: A civilização não pode e não precisa mais crescer e o planeta não foi feito para o nosso dispor, somos apenas parte dele, mas como única espécie inteligente (há controvérias), temos a obrigação de consertar as coisas, até porque fomos nós que o danificamos.
sábado, 19 de setembro de 2009
Uma dor cachorra
Tô com uma puta dor me incomodando do lado direito da barriga há algumas semanas.
Não é uma dor que dói e passa, ela tá comigo o tempo todo: Logo que acordo, ela me dá bom dia. Me acompanha o dia todo e à noite deseja que eu durma bem. Como se desse.
É uma puta dor, uma dor cachorra. Uma dor companheira.
Em alguns momentos, penso que ela se foi.
Mas, é só dar uma checada, fazer um movimento, para ela dar sinal de vida, e eu perceber que ela tá ali fielmente comigo. Abanando o rabo pra mim.
Ela tá aumentando, crescendo aos poucos.
Já achei que fossem gases, mas acabei com uma caixa de Luftal e não resolveu nada.
Preciso marcar um gastro pra cuidar dela... ou, quem sabe, um veterinário.
Não é uma dor que dói e passa, ela tá comigo o tempo todo: Logo que acordo, ela me dá bom dia. Me acompanha o dia todo e à noite deseja que eu durma bem. Como se desse.
É uma puta dor, uma dor cachorra. Uma dor companheira.
Em alguns momentos, penso que ela se foi.
Mas, é só dar uma checada, fazer um movimento, para ela dar sinal de vida, e eu perceber que ela tá ali fielmente comigo. Abanando o rabo pra mim.
Ela tá aumentando, crescendo aos poucos.
Já achei que fossem gases, mas acabei com uma caixa de Luftal e não resolveu nada.
Preciso marcar um gastro pra cuidar dela... ou, quem sabe, um veterinário.
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